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Atualizado: 05-08-2026 | Tempo de leitura: 7 minutos

Advogada criminalista vira alvo de operação por ocultar patrimônio de facção na Bahia

Advogada criminalista vira alvo de operação por ocultar patrimônio de facção na Bahia  Cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta quarta-feira (5) em imóveis de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, durante a Operação Chicana. A ação tem como alvo a advogada Brunay Seippel Subtítulo, de 28 anos, investigada pelos crimes de participação em organização criminosa, falsidade ideológica e fraude processual. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Criminal da Comarca de Itabela.  Segundo as investigações, a suspeita teria participado de um esquema de fraudes documentais e processuais que utilizava documentos ideologicamente falsos e contratos supostamente simulados para dar aparência de legalidade à ocultação de patrimônio e à obtenção de vantagens ilícitas em benefício de integrantes de uma organização criminosa.  As apurações apontam ainda que o grupo investigado atua na região de Itabela e é suspeito da prática de crimes como homicídios, tráfico de drogas e outros delitos violentos que impactam a segurança pública no extremo sul baiano.  Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e documentos que serão submetidos à perícia. O material deve auxiliar no aprofundamento das investigações, na identificação de possíveis coautores e na produção de novas provas.  Nas redes sociais, Brunay se apresenta como advogada criminalista e utiliza o slogan "Luto pela liberdade!". Em seu perfil, afirma atuar "da defesa estratégica do flagrante à execução penal", além de informar que presta serviços em Eunápolis e em outras cidades do país. Segundo informações iniciais, a advogada também integrava a Comissão de Direito Criminal, Sistema Prisional e Segurança Pública da Subseção de Eunápolis da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA).  A Operação Chicana foi realizada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Territorial de Itabela, com apoio das diretorias regionais de Polícia do Interior Sul e Sudoeste, além das 23ª e 7ª Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior, sediadas em Eunápolis e Ilhéus.

Cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta quarta-feira (5) em imóveis de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, durante a Operação Chicana. A ação tem como alvo a advogada Brunay Seippel Subtil, de 28 anos, investigada pelos crimes de participação em organização criminosa, falsidade ideológica e fraude processual. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Criminal da Comarca de Itabela.

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Segundo as investigações, a suspeita teria participado de um esquema de fraudes documentais e processuais que utilizava documentos ideologicamente falsos e contratos supostamente simulados para dar aparência de legalidade à ocultação de patrimônio e à obtenção de vantagens ilícitas em benefício de integrantes de uma organização criminosa.

Advogada criminalista vira alvo de operação por ocultar patrimônio de facção na Bahia  Cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta quarta-feira (5) em imóveis de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, durante a Operação Chicana. A ação tem como alvo a advogada Brunay Seippel Subtítulo, de 28 anos, investigada pelos crimes de participação em organização criminosa, falsidade ideológica e fraude processual. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Criminal da Comarca de Itabela.  Segundo as investigações, a suspeita teria participado de um esquema de fraudes documentais e processuais que utilizava documentos ideologicamente falsos e contratos supostamente simulados para dar aparência de legalidade à ocultação de patrimônio e à obtenção de vantagens ilícitas em benefício de integrantes de uma organização criminosa.  As apurações apontam ainda que o grupo investigado atua na região de Itabela e é suspeito da prática de crimes como homicídios, tráfico de drogas e outros delitos violentos que impactam a segurança pública no extremo sul baiano.  Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e documentos que serão submetidos à perícia. O material deve auxiliar no aprofundamento das investigações, na identificação de possíveis coautores e na produção de novas provas.  Nas redes sociais, Brunay se apresenta como advogada criminalista e utiliza o slogan "Luto pela liberdade!". Em seu perfil, afirma atuar "da defesa estratégica do flagrante à execução penal", além de informar que presta serviços em Eunápolis e em outras cidades do país. Segundo informações iniciais, a advogada também integrava a Comissão de Direito Criminal, Sistema Prisional e Segurança Pública da Subseção de Eunápolis da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA).  A Operação Chicana foi realizada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Territorial de Itabela, com apoio das diretorias regionais de Polícia do Interior Sul e Sudoeste, além das 23ª e 7ª Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior, sediadas em Eunápolis e Ilhéus.

As apurações apontam ainda que o grupo investigado atua na região de Itabela e é suspeito da prática de crimes como homicídios, tráfico de drogas e outros delitos violentos que impactam a segurança pública no extremo sul baiano.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e documentos que serão submetidos à perícia. O material deve auxiliar no aprofundamento das investigações, na identificação de possíveis coautores e na produção de novas provas.

Advogada criminalista vira alvo de operação por ocultar patrimônio de facção na Bahia  Cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta quarta-feira (5) em imóveis de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, durante a Operação Chicana. A ação tem como alvo a advogada Brunay Seippel Subtítulo, de 28 anos, investigada pelos crimes de participação em organização criminosa, falsidade ideológica e fraude processual. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Criminal da Comarca de Itabela.  Segundo as investigações, a suspeita teria participado de um esquema de fraudes documentais e processuais que utilizava documentos ideologicamente falsos e contratos supostamente simulados para dar aparência de legalidade à ocultação de patrimônio e à obtenção de vantagens ilícitas em benefício de integrantes de uma organização criminosa.  As apurações apontam ainda que o grupo investigado atua na região de Itabela e é suspeito da prática de crimes como homicídios, tráfico de drogas e outros delitos violentos que impactam a segurança pública no extremo sul baiano.  Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e documentos que serão submetidos à perícia. O material deve auxiliar no aprofundamento das investigações, na identificação de possíveis coautores e na produção de novas provas.  Nas redes sociais, Brunay se apresenta como advogada criminalista e utiliza o slogan "Luto pela liberdade!". Em seu perfil, afirma atuar "da defesa estratégica do flagrante à execução penal", além de informar que presta serviços em Eunápolis e em outras cidades do país. Segundo informações iniciais, a advogada também integrava a Comissão de Direito Criminal, Sistema Prisional e Segurança Pública da Subseção de Eunápolis da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA).  A Operação Chicana foi realizada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Territorial de Itabela, com apoio das diretorias regionais de Polícia do Interior Sul e Sudoeste, além das 23ª e 7ª Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior, sediadas em Eunápolis e Ilhéus.

Nas redes sociais, Brunay se apresenta como advogada criminalista e utiliza o slogan "Luto pela liberdade!". Em seu perfil, afirma atuar "da defesa estratégica do flagrante à execução penal", além de informar que presta serviços em Eunápolis e em outras cidades do país. Segundo informações iniciais, a advogada também integrava a Comissão de Direito Criminal, Sistema Prisional e Segurança Pública da Subseção de Eunápolis da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA).

A Operação Chicana foi realizada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Territorial de Itabela, com apoio das diretorias regionais de Polícia do Interior Sul e Sudoeste, além das 23ª e 7ª Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior, sediadas em Eunápolis e Ilhéus.

Advogada criminalista vira alvo de operação por ocultar patrimônio de facção na Bahia  Cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta quarta-feira (5) em imóveis de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, durante a Operação Chicana. A ação tem como alvo a advogada Brunay Seippel Subtítulo, de 28 anos, investigada pelos crimes de participação em organização criminosa, falsidade ideológica e fraude processual. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Criminal da Comarca de Itabela.  Segundo as investigações, a suspeita teria participado de um esquema de fraudes documentais e processuais que utilizava documentos ideologicamente falsos e contratos supostamente simulados para dar aparência de legalidade à ocultação de patrimônio e à obtenção de vantagens ilícitas em benefício de integrantes de uma organização criminosa.  As apurações apontam ainda que o grupo investigado atua na região de Itabela e é suspeito da prática de crimes como homicídios, tráfico de drogas e outros delitos violentos que impactam a segurança pública no extremo sul baiano.  Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e documentos que serão submetidos à perícia. O material deve auxiliar no aprofundamento das investigações, na identificação de possíveis coautores e na produção de novas provas.  Nas redes sociais, Brunay se apresenta como advogada criminalista e utiliza o slogan "Luto pela liberdade!". Em seu perfil, afirma atuar "da defesa estratégica do flagrante à execução penal", além de informar que presta serviços em Eunápolis e em outras cidades do país. Segundo informações iniciais, a advogada também integrava a Comissão de Direito Criminal, Sistema Prisional e Segurança Pública da Subseção de Eunápolis da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA).  A Operação Chicana foi realizada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Territorial de Itabela, com apoio das diretorias regionais de Polícia do Interior Sul e Sudoeste, além das 23ª e 7ª Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior, sediadas em Eunápolis e Ilhéus.

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